Desintoxicação Sexual – Tim Challies

“Pornografia é inerentemente violenta,
intrinsecamente desamor. É uma perversão da
sexualidade, não uma verdadeira forma dela,
e algo que ensina a violência e degradação em
detrimento do prazer mútuo e intimidade. É
sobre conquistas. É o oposto da intenção de Deus
para o sexo.”

Para sua edificação, baixe o livreto disponível gratuitamente no link a seguir:

http://www.monergismo.net.br/textos/livros/desintoxicacao-sexual_iprodigo.pdf

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Quem sou eu

Quando nos deparamos com nós mesmos, distantes de olhares, distantes de barreiras, quem somos nós? As pessoas nos conhecem, conhecem qualidades e defeitos nossos, mas há uma faceta que só é conhecida por nós e por Deus. Essa é a que te revela como alguém que necessita da graça, seus íntimos pensamentos, seus desejos mais escondidos são revelados apenas a Deus.
Ao conhecermos nossa fragilidade, nossas ambições pecaminosas, o que mais queremos é escondê-las do mundo. Sim, detestamos com o maior vigor àquilo que nos contamina, àquilo que nos deixa disformes quanto à imagem do Pai, mas precisamos conhecer nossas fraquezas pra então nos fazermos fortes, cortando os males pela raíz, os quais só podem ser cortados com uma espada, a Palavra.
Acima de receios, acima de dificuldades, acima de desejos, tome a graça que te é oferecida e ofusque estas névoas em seu coração, renda-se mesmo fraco, porque é quando sou fraco que então sou forte (2 Co. 12:10), e é na fraqueza que ganhamos um mundo de graça.

Ouça a música a seguir:

Quem sou eu? – Estevão Queiroga

Sobre a castidade

Deus conhece nossa situação;
ele não nos julgará como se não tivéssemos dificuldades a superar. O que
realmente importa é a sinceridade e a
firma vontade de superá-las.
Para sermos curados, temos de querer ser curados. Todo aquele que pede socorro será atendido; porém, para
o homem moderno, até mesmo esse desejo sincero é difícil de ter. E fácil pensar que queremos algo quando na
verdade não o queremos. Um cristão famoso, de tempos antigos, disse que, quando era jovem, implorava
constantemente pela castidade; anos depois, se deu conta de que, quando seus lábios pronunciavam “ó Senhor,
fazei-me casto”, seu cotação acrescentava secretamente as palavras: “Mas, por favor, que não seja agora.” Isso
também pode acontecer nas preces em que pedimos outras virtudes; mas há três motivos que tornam
especialmente difícil desejar — quanto mais alcançar – a perfeita castidade.
Em primeiro lugar, nossa natureza pervertida, os demônios que nos tentam e a propaganda a favor da luxúria
associam-se para nos fazer sentir que os desejos aos quais resistimos são tão “naturais”, “saudáveis” e razoáveis
que essa resistência é quase uma perversidade e uma anomalia. Cartaz após cartaz, filme após filme, romance
após romance associam a idéia da libertinagem sexual com as idéias de saúde, normalidade, juventude,
franqueza e bom humor. Essa associação é uma mentira. Como toda mentira poderosa, é baseada numa verdade –
a verdade reconhecida acima de que o sexo (à parte os excessos e as obsessões que cresceram ao seu redor) é em
si “normal”, “saudável” etc. A mentira consiste em sugerir que qualquer ato sexual que você se sinta tentado a
desempenhar a qualquer momento seja também saudável e normal. Isso é estapafúrdio sob qualquer ponto de
vista concebível, mesmo sem levar em conta o cristianismo. A submissão a todos os nossos desejos obviamente
leva à impotência, à doença, à inveja, à mentira, à dissimulação, a tudo, enfim, que é contrário à saúde, ao bom
humor e à franqueza. Para qualquer tipo de felicidade, mesmo neste mundo, é necessário comedimento. Logo, a
afirmação de que qualquer desejo é saudável e razoável só porque é forte não significa coisa alguma. Todo
homem são e civilizado deve ter um conjunto de princípios pelos quais rejeita alguns desejos e admite outros.
Um homem se baseia em princípios cristãos, outro se baseia em princípios de higiene, e outro, ainda, em
princípios sociológicos. O verdadeiro conflito não é o do cristianismo contra a “natureza”, mas dos princípios
cristãos contra outros princípios de controle da “natureza”. A “natureza” (no sentido de um desejo natural) terá
de ser controlada de um jeito ou de outro, a não ser que queiramos arruinar nossa vida. E bem verdade que os
princípios cristãos são mais rígidos que os outros; no entanto, acreditamos que, para obedecer-lhes, você poderá
contar com uma ajuda que não terá para obedecer aos outros.

 

— C.S. Lewis

Trecho do livro Cristianismo puro & simples

Em espírito, em verdade, te adoramos!

 

24. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade”.
(João, 4)

Sabemos do que somos formados, sabemos que somos mais do que um corpo físico e que estamos diretamente ligados ao campo celestial. O que isso tem a ver com a adoração? Tudo! Nosso espírito deve estar conectado com o Senhor, sempre, de tal forma que até nossos atos mais inconscientes glorifiquem a Deus.
Adorar de modo algum se resume a louvor musical, mas estende-se a oração e a meditação na palavra também, além de um comportamento em que busquemos integridade. Se nos revestirmos do Senhor, em espírito e verdade, entregando-Lhe o coração, estaremos O entregando o que realmente Ele deseja. Não serão obras, sacrifícios, costumes ou músicas que O encantarão, mas nosso íntimo que, quando entregue a Ele, que está suscetível a cada pequena mudança, cada pequeno ajuste que vem naturalmente com a ação de Seu Santo Espírito. É isso, sem buscar rebuscar a resposta. Você pode buscar fazer muitas coisas para Deus, mas elas somente terão valor se você fizer o primordial, rendendo seu coração em amor e santidade, do modo que alegra o Pai celestial.

Camilla Vieira